Repente é um espaço para narrativas que não cabem no fluxo acelerado das redes sociais — histórias vividas, contadas com calma e editadas com respeito.

O projeto surgiu quando Rafaela Souza, repórter paulistana com passagem por redações de política e cultura, e Thiago Lima, jornalista pernambucano especializado em crônicas urbanas, perceberam que muitas das melhores reportagens que faziam nunca iam para o ar. Faltava espaço para texto longo, voz pessoal e temas que não geram clique imediato.

Em vez de criar mais um site de notícias, montamos uma publicação enxuta: poucas histórias por mês, cada uma trabalhada durante semanas. Visitamos o lugar, ouvimos as pessoas mais de uma vez, voltamos quando a história muda. Não competimos por velocidade — competimos por profundidade e honestidade.

O que publicamos

Narrativas em primeira pessoa, reportagens de rua, perfis de moradores e crônicas do cotidiano. Nosso foco geográfico é o Brasil urbano e semiurbano: São Paulo, Recife, cidades do interior do Nordeste, periferias que raramente aparecem na mídia nacional com nuance.

Não publicamos listas patrocinadas, conteúdo de assessoria disfarçado ou textos gerados sem revisão humana. Quando um projeto editorial recebe apoio financeiro, declaramos na matéria.

Quem edita

Rafaela cuida das pautas de São Paulo e do Sudeste. Thiago lidera coberturas no Nordeste. Ambos revisam todo texto antes da publicação. Contamos ainda com colaboradores pontuais — tradutores, revisores, fotógrafos independentes — sempre creditados.

Voz preservada

Editamos para clareza, não para uniformizar. A fala de quem viveu a história permanece reconhecível.

Fatos verificados

Narrativa não é licença para inventar. Conferimos datas, nomes e contextos antes de publicar.

Sem paywall

Todo conteúdo é aberto. Sustentamos o projeto com leitores e parcerias editoriais transparentes.

Correções públicas

Erramos às vezes. Quando isso acontece, corrigimos e deixamos registro visível na matéria.

Como nos sustentamos

O Repente não tem investidor-anjo nem grupo de mídia por trás. Parte da receita vem de leitores que contribuem pontualmente; parte de projetos editoriais com apoio declarado — nunca de publicidade disfarçada de reportagem. Quando um texto é financiado por edital ou fundo cultural, dizemos isso no rodapé da matéria.

Manter o site no ar custa pouco; manter o ritmo editorial custa tempo. Por isso publicamos pouco e cobramos de nós mesmos qualidade alta. Preferimos essa escala a crescer rápido e perder o que nos fez começar.

Para sugestões de pauta, parcerias ou correções, escreva para [email protected]. Leia também nossa política editorial.